Recovery esportivo: por que descansar em casa não é a mesma coisa

Se você treina com regularidade, já deve ter ouvido falar em recovery, mas será que sabe o que ele realmente é, ou por que faz tanta diferença na sua recuperação? Conversamos com o fisioterapeuta Júnior, da Voltz Recovery e Spa, para desmistificar o assunto e entender por que cada vez mais atletas amadores estão trocando (ou complementando) o descanso em casa por um recovery profissional.

 

Descansar em casa e fazer um recovery não são a mesma coisa

A primeira coisa que Júnior faz questão de esclarecer é essa confusão comum. Descansar em casa não está errado, mas para quem busca uma recuperação eficaz, rápida e objetiva, o recovery realizado em um espaço especializado leva vantagem. Sem esse acompanhamento, a recuperação pode ser mais lenta, atrasando o retorno do atleta às suas atividades esportivas do dia a dia e comprometendo a sua performance.

 

Afinal, o que é um recovery esportivo?

Na prática, o recovery reúne diferentes técnicas voltadas à recuperação muscular: banheira de gelo, hidroterapia, sauna, bota de compressão e liberação miofascial, aplicadas de forma individual ou combinadas em protocolos.

Um exemplo é o Recovery Light, um dos protocolos mais usados no espaço da Voltz. Depois de uma avaliação, o atleta faz imersão em banheira de gelo por 7 a 15 minutos — com a quantidade de gelo ajustada à tolerância e ao esporte praticado —, segue para a terapia de contraste, com 15 minutos em banheira de hidromassagem a 40°C, e finaliza com mais 15 minutos de bota de compressão. Três técnicas, um único protocolo, 45 minutos.

E não, o recovery não serve só para depois do treino: ele também tem papel importante antes da atividade. Estudos mostram que praticá-lo tanto no pré quanto no pós-treino ajuda significativamente atletas amadores, e que mantê-lo como rotina semanal contribui para o aumento da performance ao longo do tempo.

 

Banho de gelo em casa: onde mora o erro

Fazer imersão em banheira de gelo em casa não é, em si, um erro. O problema, segundo Júnior, é a falta de orientação: sem uma avaliação prévia, a pessoa costuma definir por conta própria o tempo e a quantidade de gelo que julga "suficientes" — e nem sempre considera o posicionamento ideal para o esporte que pratica (imersão total ou só dos membros inferiores, por exemplo, no caso de corredores).

É aí que entra a diferença do acompanhamento profissional: tempo e temperatura realmente importam para uma recuperação eficaz, mas o ganho não vem de "fazer mais" por conta própria — vem de calibrar esses parâmetros com base em uma avaliação individual.

Outro mito que Júnior derruba: não existe um protocolo genérico que sirva para todo mundo. Cada protocolo é montado a partir do relato do atleta, do esporte que pratica e do que ele busca — recuperação, performance ou ambos — combinando os equipamentos e técnicas disponíveis.

 

Como funciona a avaliação na Voltz

Quando um cliente chega, o primeiro passo é entender o histórico: qual esporte pratica, com que frequência treina, se há carga envolvida e qual é o objetivo. A partir do relato de dores, fadiga ou contraturas, a equipe direciona ao protocolo ideal, ajustando tempo e quantidade de gelo, pressão da bota de compressão ou tempo na banheira de hidromassagem.

Um dos sinais mais ignorados, segundo Júnior, é a fadiga muscular — aquela sensação, comum entre corredores por exemplo, de que "a mente quer, mas o corpo não responde". Estresse extremo e contraturas cervicais, lombares, de glúteo ou de membros inferiores também costumam passar batido, mas são justamente o alerta que pode evitar uma lesão maior.

 

Recovery também é prevenção, não só alívio

Um recovery bem feito não serve apenas para aliviar a dor depois que ela aparece — ele ajuda a identificar, com antecedência, onde está a fadiga ou o estresse muscular antes que virem lesão. Combinado à mobilidade e a exercícios específicos para cada esporte, o recovery pré e pós-atividade funciona como um alerta preventivo.

O sinal de que algo não vai bem, segundo Júnior, costuma aparecer quando há sobrecarga — de peso, de exercício ou de prática esportiva — associada a esforço repetitivo sem preparo muscular adequado. Manter uma rotina de recovery, seja semanal, mensal ou até diária, ajuda a musculatura a estar pronta quando for exigida.

 

Para quem é o recovery, na prática

A procura vai muito além dos atletas de competição. Praticantes de vôlei, futebol, pádel, beisebol, tênis, academia, crossfit e corrida são o público mais frequente — mas também há uma boa procura de profissionais de escritório, como advogados e contadores, em busca de relaxamento no fim da semana e prevenção de contraturas e lesões ligadas ao estresse.

Para quem treina de quatro a seis vezes por semana, por exemplo, pensar na recuperação é essencial: afinal, é no descanso que o músculo cresce. O recovery contribui tanto para performance e ganho muscular quanto para objetivos de emagrecimento, além do bem-estar geral.

 

Desfazendo o mito final

Se pudesse desfazer um único mito sobre o recovery, Júnior escolheria este: recovery não é caro, não é modismo e não é coisa só de atleta. Bem-feito, após uma avaliação adequada, ele proporciona bem-estar, alívio do estresse, contribui até para o hormônio do sono — e, sem exagero, para um amanhecer melhor.

 

Quer sentir na prática?

Se você treina pesado, compete ou só quer recuperar melhor entre uma atividade e outra, vale a pena conhecer de perto o trabalho da Volts. Siga @voltzrecovery e agende sua avaliação pelo Whatsapp (49)99150-3030.

 

E se o que você busca é ir além da recuperação pontual e cuidar da performance no dia a dia, a Suflow tem os produtos certos pra te acompanhar nessa jornada.

Dá uma olhada em nosso site clicando aqui e siga a gente no @suflowbr para mais conteúdos como esse.